sexta-feira, 10 de abril de 2026

"J" DE JOÃO

Junto ao tempo, o nome se faz,

onde a força encontra a paz.

Ancorado em luz e oração,

olhando o mundo com o coração.

Agraciado no seu caminhar,

um nome curto, mas pronto a brilhar.

É a marca de quem sabe

ser gracioso no dom de ser feliz.

Conceição Lavrador

Abril de 2026

"J" DE JOAQUINA

 

No nome guardas o tempo,

Um eco de antigamente,

Mas trazes no passo o vento

De quem vive o presente.

São sete letras de história,

Com “J”de força e de brio,

Gravas na nossa memória

O correr de um grande rio.

Joaquina, que o destino

Te seja leve e fagueiro,

Como um canto cristalino

Que ilumina o dia inteiro.

Que a tua graça perdure,

Nesse nome com raiz,

Para que a vida te cure

E te faça sempre feliz.

Conceição Lavrador

Abril de 2026 

FOTOGRAFIA

 ILHA DE CAPRI



NATUREZA

 ILHA DE CAPRI





FOTOGRAFIA

 MOÍNHO EM AMESTERDÃO



NATUREZA

 ESQUILO À ESPREITA



NATUREZA

 PÔR DO SOL



ISTO É ARTE


CADEIRAS DE CORO

 

quinta-feira, 9 de abril de 2026

REINO ANIMAL


CHIMANGO  AVE DE RAPINA

 

L DE LONDRES

BRASÃO NA TORRE DE LONDRES




 

HUSHUAIA - ARGENTINA

CORVOS MARINHOS IMPERIAIS


 

ESCULTURA DE AREIA


NEPTUNO - DEUS DO MAR

BUENOS AIRES - ARGENTINA


CATEDRAL SAN ISIDRO




 

REINO ANIMAL

COMETOCINO PATAGÓNICO


 

REINO ANIMAL

O CASTANHO


 

INGLATERRA

RODA GIGANTE - LONDON EYE


 

EL CALAFATE - ARGENTINA


HOTEL PATAGÓNICO


 

B DE BUENOS AIRES


FACHADA HISTÓRICA 
DAS 
GALERIAS PACÍFICO

 

RAMALHETE

FLORES PARA S. PEDRO


 

O SONO DA PEDRA DO JARMELO

 

Erguido no dorso de um monte granítico, 

Onde o vento fustiga a memória da pedra, 

O Jarmelo dorme um sonho fatídico,

Enquanto o tempo, em silêncio, se desterra. 


Houve um rei que, de dor e de fúria cego,

Mandou arrasar e salgar a terra e o destino, 

Pelo sangue de Inês, vertido no sossego, 

Vingou-se o Pedro no povoado franzino. 


Hoje, o ferro ergue-se, negro e austero, 

Em figuras que contam a tragédia antiga, 

E o que foi castro, vila e império, 

É agora uma ruína que o sol abriga. 


Mas entre os muros de S. Pedro e S. Miguel,

Ainda pulsa a alma de uma raça forte, 

No Jarmelo escreve o seu papel, 

Vencendo o esquecimento e a própria sorte. 


Conceição Lavrador

Abril de 2026

quarta-feira, 8 de abril de 2026

ESCRITA NARRATIVA

JERUSALÉM

É concerteza uma das cidades mais famosas em todo o mundo, pelos melhores e piores acontecimentos, como é o caso presente.

O planalto onde se situa esta cidade, entre o mar mediterrâneo e o mar morto fica nas montanhas da Judeia. É uma cidade dividida e sem paz, precisamente o contrário, de quando foi construída e crescendo, tendo como horizonte a pacificação da Judá, é hoje uma zona de guerra que está inserida numa tremenda guerra e que para a paz da região ainda muito vai faltar á vontade dos homens.

Território que é disputado há décadas pelos israelenses e palestinos.

A religião também tem aqui a sua quota parte da estabilização por parte do judaísmo e do islamismo, a situação é difícil porque os palestinos reivindicam como sua capital, estando este território ocupado por Israel, que a ocupa desde a guerra a árabe-israel.

Jerusalém não é reconhecida como capital, pelo mundo inteiro, mas vai aparecendo notícias de reconhecimento, como fez a República Tcheca.

Apesar de muitas discussões ainda não se chegou á certeza quanto ao seu nome, mas provavelmente será a junção se Yerucha, que quer dizer legado e Sholom, que quer dizer paz.

Esta cidade foi citada pela primeira vez na Bíblia em documentos muito antigos, pelos egipcios e que já anunciavam a sua valorização na região.

Segundo a Bíblia, foi no reinado do filho do rei Davi, Salomão que a cidade prosperou e se tornou símbolo da unidade.

Muitos povos assombraram Jerusalem, como Persas, Gregos, Assírios. Com a invasão Babilónica, foi destruído o seu primeiro templo, tendo vindo a ser reconstruído, a quando do domínio Persa.

A parte mais negra como diz Flávio, a cidade foi queimada e reduzida a cinza, esta situação marcou o momento decisivo da história do povo judeu.

Jerusalem foi reconhecida pelos Estados Unidos da América, como capital de Israel.

João Paiva

Abril de 2026

PATRIMÓNIO HISTÓRICO

 CASTELO DE MONTEMOR-O-NOVO



PATRIMÓNIO HISTÓRICO

 CASTELO DE MONTEMOR-O-NOVO



CONTEIRA

 


OSLO - NORUEGA

 PARQUE DE VIGELAND, TAMBÉM CONHECIDO COMO PARQUE DAS ESCULTURAS



OSLO - NORUEGA

 PARQUE DE VIGELAND, TAMBÉM CONHECIDO COMO PARQUE DAS ESCULTURAS



terça-feira, 7 de abril de 2026

MOSTEIRO DOS JERÓNIMOS

 


MOSTEIRO DOS JERÓNIMOS

 


MOSTEIRO DOS JERÓNIMOS

 


MOSTEIRO DOS JERÓNIMOS

 


ESCRITA NARRATIVA

ILHA DO RATO

Quantos montijenses não conhecem a Ilha do Rato, ou o Mouchão do Montijo, muitos, muitos milhares, mesmo.

Pontos de referência para a ilha, do nosso lado temos, a Base Aérea, a Quinta do Batedoiro, a Quinta do Seixalinho e do lado do Lavradio, temos a Ponta da Passadeira e a ilha fica de frente e para o Rosairinho.

Quem vai para Lisboa de barco encontra a base a estibordo e a dita ilha a bombordo, repara naquela porção de terra rodeada por água, quer na vazante, quer na enchente repara nitidamente a ilha, que dista da base aproximadamente dois quilómetros.

Presentemente já não tem qualquer habitação, nem restos de viveiros de peixe e de mariscos, que por lá existiam. Foi habitada por uma família de pescadores, oriundos do bairro do mesmo nome, que por lá se mantiveram, até aos anos sessenta/setenta. Eram independentes na sua alimentação porque se abasteciam na vila do Montijo, de tudo quanto necessitavam e aproveitavam para vender o pescado e as ostras e as ameijoas que eram em abundância.

Não quero esquecer para as gentes da minha geração, sobretudo para os pescadores e seus familiares, utilizavam aquela ilha para fins turísticos, pois que para ali rumavam, acompanhados dos bons produtos porcinos, como torresmos, chouriços e toucinhos, assim como os nossos bons melões e do célebre vinho do Montijo, da casa José Leite, Gabriel do Carmo e dos Pinhos.

Assim passavam bons fins de semana, quero aqui fazer um reparo, esta ilha foi muito utilizada pela juventude da borda de água.

Hoje quase completamente assoreada, julgo que corre o risco de se perder. Este verão tive a oportunidade de visitar esta ilha a bordo da canoa "Deolinda Maria," esta senhora foi mãe de três dignos pescadores, dos quais dois morreram no mar, esta canoa tem como mestre um velho homem do mar de nome Alexandre.

João Paiva

Abril de 2026

OSLO - NORUEGA

 PARQUE DE VIGELAND, TAMBÉM CONHECIDO COMO PARQUE DAS ESCULTURAS



OSLO - NORUEGA

 PARQUE DE VIGELAND, TAMBÉM CONHECIDO COMO PARQUE DAS ESCULTURAS


JARMELO: HISTÓRIA, LENDA E SILÊNCIO

 A antiga vila do Jarmelo localiza-se numa ramificação da Serra da Estrela, a cerca de quinze quilómetros da cidade da Guarda, numa posição estratégica que permitia o controlo das rotas entre o Planalto Beirão e a fronteira com Castela. Atualmente, o seu território reparte-se entre as freguesias de São Pedro e São Miguel do Jarmelo, tendo o antigo castro um papel organizador do espaço.

Neste cume ventoso do Jarmelo, onde hoje as pedras guardam um silêncio austero, ecoa ainda o rumor de uma maldição antiga. Diz a lenda que aquela que foi uma das mais prósperas vilas da Beira não sucumbiu ao tempo, mas à fúria de um rei ferido pelo luto.

Cresci a ver, da janela, o cume do Jarmelo recortado contra o céu. A sua presença constante, imóvel e silenciosa, acompanhou os meus dias muito antes de eu compreender o peso histórico e simbólico daquele lugar. Ao mesmo tempo, fui ouvindo a lenda repetida em tom quase ritual, tantas vezes contada que deixou de ser apenas uma história para passar a fazer parte da paisagem interior. Entre aquilo que via e aquilo que escutava, o Jarmelo foi-se tornando um espaço onde memória pessoal, tradição oral e identidade coletiva se confundem.

A memória histórica da localidade está profundamente associada à lenda do assassínio de Inês de Castro, segundo a qual um dos seus assassinos seria natural do Jarmelo. A tradição refere que, após a subida ao trono de D. Pedro I, a vila teria sido arrasada como forma de vingança régia. Apesar da falta de confirmação documental, esta lenda permanece central na identidade simbólica do lugar.

No antigo Jarmelo, a relação entre história e memória estende-se também à arte contemporânea. Destaca-se o conjunto escultórico Homenagem a Inês de Castro, composto por sete peças em ferro inauguradas em 2006 e concebidas por Rui Miragaia, que evocam episódios ligados à lenda. A escolha do ferro e a disposição das esculturas ao longo do percurso para o castro reforçam a integração paisagística e a dimensão narrativa do local. Outras intervenções artísticas, como uma escultura inspirada na vaca jarmelista, contribuem igualmente para a valorização e reinterpretação da identidade local.

Convido todas as pessoas a visitar o Jarmelo e a descobrir de perto as suas paisagens, histórias e manifestações artísticas. Uma caminhada pelo antigo castro, acompanhada pela observação das esculturas e pela vivência das tradições locais, oferece uma experiência única de aprendizagem e partilha, ideal para quem procura enriquecimento cultural e momentos de convívio.

Venha conhecer o Jarmelo e deixe-se envolver pela sua identidade singular.

Conceição Lavrador

Abril/2026

POEMA COM JOGO DE PALAVRAS COMEÇADAS PELA LETRA J

Jaz no jardim da linguagem

uma letra leve,

j — de janela, de gesto, de jogo.

Junto palavras como quem junta jasmim,

e o cheiro já é quase um jeito de dizer

o que jamais se diz.

Jogo-me no jorro do som,

no jeitinho das sílabas

que dançam, juntas, em júbilo.

J é também o já e o jamais,

o começo e o corte,

o salto súbito do pensamento.

Juro que a letra se move —

não é tinta, nem traço:

é um jardim inteiro a germinar na boca.

E quando a noite chega,

e tudo jaz em silêncio,

resta o j —

ainda jovem,

ainda vivo,

ainda jogando luz

no escuro das palavras.


Conceição Parreira

Abril 2026

ESCRITA NARRATIVA


Era uma miúda de 9 anos, daquelas que ainda acreditam que o mundo cabe inteiro num sorriso. Todos os dias, depois da escola, corria para o parque como quem corre para casa. A mochila ficava esquecida num banco, os atacadores desatados, e o coração começava logo a bater mais depressa quando via o baloiço vazio. O baloiço era o seu lugar secreto. Sentava-se, segurava as correntes frias e empurrava-se com força, cada vez mais alto, como se pudesse tocar o céu com a ponta dos ténis. Lá em cima, por um segundo, o tempo parava. O vento batia-lhe na cara, os cabelos voavam livres e ela imaginava que era um pássaro, uma astronauta, ou simplesmente alguém capaz de ir aonde quisesse. No parque havia árvores antigas que pareciam ouvir os seus pensamentos, crianças a rir, mães a conversar baixinho e o cheiro da relva misturado com terra molhada. A miúda conhecia cada canto: o escorrega quente ao sol, a areia onde desenhava caminhos com um pau, o banco onde se sentava a observar os outros, como se estivesse a aprender vida sem ninguém dar por isso. Às vezes brincava sozinha, outras vezes fazia amigos que duravam apenas uma tarde. Não se importava. Para ela, cada encontro era uma pequena aventura. Inventava histórias, dava nomes às nuvens, falava com o baloiço como se fosse um velho amigo que nunca a julgava. Quando o sol começava a descer e alguém a chamava para ir embora, suspirava fundo. Sabia que tinha de sair do parque, mas levava consigo a sensação de liberdade, guardada no peito. Em casa, antes de adormecer, fechava os olhos e voltava a baloiçar, alto, muito alto, naquele lugar onde a infância ainda era inteira. E assim, dia após dia, a miúda crescia devagar, sem pressa, embalada pelo baloiço e pelos sonhos que só quem tem 9 anos sabe inventar.

Conceição Parreira

Abril 2026

segunda-feira, 6 de abril de 2026

POESIA

              HOJE É DIA MUNDIAL DA ATIVIDADE FÍSICA

            E o vamos sempre lembrar

                                                        Da nossa condição física

                                                                                                Para a saúde melhorar


            Não nos podemos esquecer

            Que Também temos joelhos

            E que logo começam a doer

            E logo aparecem os artelhos


            Não podemos ficar sós

            Porque a pouco e pouco

            Vamos perdendo a voz

            E que nos resta?Ser loucos


            Nem pensar, é preferível

            Fugir para onde eu não sei

            Mas não vou ficar parado

            Com varas e redes cheguei


            E o silêncio da velhice

            É um terrível contratempo

            Eu não o consigo tolerar

            Vou doar ao esquecimento

João Paiva            

Abril de 2026            

TERRAS COMEÇADAS PELA LETRA P

 PARIS



TERRAS COMEÇADAS PELA LETRA P

PARIS

 DISNEYLAND



TERRAS COMEÇADAS PELA LETRA P

 PARIS



TERRAS COMEÇADAS PELA LETRA P

 PARIS



OSLO - NORUEGA

 PARQUE DE VIGELAND, TAMBÉM CONHECIDO COMO PARQUE DAS ESCULTURAS



OSLO - NORUEGA

 PARQUE DE VIGELAND, TAMBÉM CONHECIDO COMO PARQUE DAS ESCULTURAS




CAPADÓCIA - TURQUIA

BALÕES

 

K DE KAPADOKIA

TURQUIA

 

CAPADÓCIA - TURQUIA

BALÃO

 

REINO ANIMAL

 

FORMIGA PRETA DO JARDIM

REINO ANIMAL

 

TESOURINHA

REINO ANIMAL

 

BESOURO SOLDADO

domingo, 5 de abril de 2026

TERRAS COMEÇADAS PELA LETRA L

 LISBOA

PARQUE DAS NAÇÕES



TERRAS COMEÇADAS PELA LETRA L

 LISBOA

PARQUE DAS NAÇÕES



TERRAS COMEÇADAS PELA LETRA L

 LISBOA



TERRAS COMEÇADAS PELA LETRA L

 LISBOA



TERRAS COMEÇADAS PELA LETRA L

 LISBOA



ESCRITA NARRATIVA

LISBOA Ultima noite

Desembarquei do velho navio Carvalho Araújo, no Cais de Alcântara, vindo de Angra do Heroísmo, para embarcar no navio Niassa, com destino á guerra de Angola.

Fico a saber por um colega, que a minha mulher já se encontra no navio e que vai comigo para África.

Não quero acreditar, mas como é possível? Como um doido procuro por todo o navio a minha mulher, mas não a encontro, estão a bordo mais de três mil militares.

Como tudo isto aconteceu, não imagino, outra doidice, a minha mulher abandona o seu curso, para se integrar no meu contingente militar. Ainda julguei que se tratasse de uma enorme confusão. Eu não era militar de superior patente, dado que fui um miliciano, no cumprimento dos deveres militares e portanto não imaginava que fosse possível uma mulher acompanhar o seu marido.

Desisto de a procurar as cegas, dirijo-me ao meu comandante, outra carga de trabalhos para o encontrar, mas já sei notícias da minha mulher, agora estou no cais para me despedir dos meus pais e restante família.

Faço uma chamada de atenção para o que eram esses tempos conturbados com a guerra do ultramar. Militares a partir sem poderem despedir de suas mães. Não aconteceu comigo apesar de ter vindo dos Açores. Há sempre mais uns beijos e abraços de todos aqueles familiares que foram á Doca de Alcântara desejar boa sorte aos que partiam.

Voltei ao navio procurando a minha mulher, já sei onde se encontra, tenho o número do camarote e do respetivo convéns, foi fácil chegar até ela.

Depois de nos abraçar viemos a terra porque estavam os meus sogros que queriam abraçar e beijar a filha naquele início de dia, e de vida, desfeitos em lágrimas difícil foi separa-los.

Começa agora a acomodação dos soldados nos respetivos porões, porões pois então!Tristeza.

Sai do navio na companhia da minha mulher e com a obrigação de voltar na próxima madrugada e já ataviados, o que parecia uma coisa do outro mundo, eis que se torna realidade.

Devidamente camuflado, vagueamos pelas ruas mortas de Lisboa. Enquanto os meus colegas se foram divertir para as boites do antigamente.

Assim, subimos a Avenida da Liberdade, fomos ao Saldanha e acabamos a subir e a descer ruas até ao alvorecer, ouvimos ainda os primeiros pregões e o rebuliço tão peculiar das manhãs lisboetas.

Agora nós os dois o que pensamos e o que dissemos, já não sei, nem o que disse nem o que ouvi. O barulho dos elétricos já aí estão e até um polícia sinaleiro despediu-se de um jovem casal prestes a ir para a guerra. Por andarmos sós e longe da azáfama do cais de embarque, fomos bem vigiados e ainda ouve alguém que nos desejou boa sorte.

O que fizemos mais não sei, estamos a caminho do cais de Alcântara e já com o sol a nascer, onde vamos, encontramos outros militares que se preparam para partir e quantos de nós não irão regressar.

Alguns familiares ainda foram dar os últimos abraços e beijos e não tarda muito e o navio começa e desencostar do cais para iniciar a viagem de muitos dias e muitas lágrimas e foram muitas as que se juntaram às aguas do Tejo.

De pé e junto a uma amurada mais alta do navio, nos despedimos de Lisboa, desenhando um coração e gritando até ao meu regresso.

João Paiva

Abril 2026