sexta-feira, 3 de abril de 2026

GUATEMALA - S. JOAN LA LAGUNA

LABUTA


 

GUATEMALA - S. JOAN LA LAGUNA

PROCISSÃO


 

GUATEMALA - S. JOAN LA LAGUNA

BATISMO DE JESUS CRISTO


 

GUATEMALA - S. JOAN LA LAGUNA

S. JOÃO


 

GUATEMALA - S. JOAN LA LAGUNA

ARTE


 

GUATEMALA - S. JOAN LA LAGUNA

RUA TÍPICA GRAFITADA




 

GUATEMALA

KOMBI OU PÃO DE FORMA


 

GUATEMALA

RIO DULCE


 

quinta-feira, 2 de abril de 2026

TERRAS COMEÇADAS PELA LETRA V

 VILA DE REI



ESCRITA NARRATIVA

LÁGRIMA, caída na Atalaia

Nestes dias de calor, tenho saudades do Quintal da minha avó Sofia, onde havia uma torneira e por baixo uma pia.

Fecha a torneira gritava a avó, lá da cozinha, para mim e para o meu irmão.

Naquela casa havia água corrente, portanto havia banhos com fartura, sobretudo no verão, quando o calor apertava e nos refugiávamos naquele quintalinho, à volta daquela preciosa torneira que continuava aberta.

Este apontamento vem a propósito de um passeio que fiz até á Atalaia e me lembrou das Festas Grandes ou sejam as Festas de Nossa Senhora da Atalaia, pela qual passámos muito tempo a falar de farturas, do carrossel e da camioneta dos Belos que nos levava até lá, não me posso esquecer do frango com arroz, que levava muito tempo no forno a lenha, que existia no quintal da minha avó, que era para o jantar na Atalaia.

- João Francisco, Zé Manel, ajudem aqui a mãe a estender a toalha no chão, em redor da qual nos sentávamos para o jantar.

Esta toalha e todas as outras das restantes famílias, não eram quaisquer toalhas, para além de serem brancas, acabadinhas de saírem da lixívia e muito bem passadas a ferro, eram bordadas por mãos maravilhosas, enrugadas por terem aprendido a fazer todos os trabalhos domésticos, para além do vestidos de chita e calças de ganga, trapos estes que ajudavam à felicidade da família.

Como agora se diz estes pic-nic eram realizados no eucaliptal, por traz da igreja e só depois da procissão acabar.

O meu pai chega agora com o melhor melão de Almeirim, que o foi comprar ao local do costume, mas onde demorou mais de uma hora para o escolher, porque passou pelas suas mãos tantos melões, até encontrar o mais docinho e maduro.

O meu pai não ensinou este segredo a ninguém, porque este ritual já vinha de avós para netos e o local era sempre o mesmo.

Quando há dias visitei esta vila, parei junto de uma qualquer torneira, que se encontrava por estes sítios e integrada num qualquer esquema de rega automática, abriu-se e a agua correu de tal modo, que me fez lembrar a torneira do quintal da minha avó o que me emocionou e tal foi a emoção, que num dos meus olhos se soltou uma Lágrima.

João Paiva

Abril de 2026

O BRINDE DOS 71

Setenta e um? Quem diria!

O motor continua a rodar,

com mais fôlego e alegria

e muito combustível para gastar.

 

Diz o BI que o tempo passou,

mas o meu espírito não quer saber,

a gratidão em mim despertou

e ensinou-me o melhor do viver.

 

Agradeço cada gargalhada,

       cada brinde, cada feitiço,

a vida é uma bela jornada

e eu cá sigo, sem medo do risco!

 

Obrigada, vida, pelo vigor,

pelas histórias que ainda vou criar,

pois com 71, com todo o esplendor,

o melhor de mim está para chegar!


Conceição Lavrador

Abril de 2026

TERRAS COMEÇADAS PELA LETRA L

 MUSEU DE LEIRIA



TERRAS COMEÇADAS PELA LETRA L

 MUSEU DE LEIRIA



TERRAS COMEÇADAS PELA LETRA L

 MUSEU DE LEIRIA



TERRAS COMEÇADAS PELA LETRA L

 MOINHO DO PAPEL - LEIRIA



TERRAS COMEÇADAS PELA LETRA L

 ESTÁDIO DO UNIÃO DE LEIRIA



MUSEU JOSÉ MALHOA - CALDAS DA RAINHA

ESTAÇÕES DA VIA SACRA



MUSEU JOSÉ MALHOA - CALDAS DA RAINHA

ESTAÇÕES DA VIA SACRA



MUSEU JOSÉ MALHOA - CALDAS DA RAINHA

ESTAÇÕES DA VIA SACRA



MUSEU JOSÉ MALHOA - CALDAS DA RAINHA

 ESTAÇÕES DA VIA SACRA



MUSEU JOSÉ MALHOA - CALDAS DA RAINHA

ESTAÇÕES DA VIA SACRA



MUSEU JOSÉ MALHOA - CALDAS DA RAINHA

ESTAÇÕES DA VIA SACRA



MUSEU JOSÉ MALHOA - CALDAS DA RAINHA

ESTAÇÕES DA VIA SACRA



MUSEU JOSÉ MALHOA - CALDAS DA RAINHA

 ESTAÇÕES DA VIA SACRA



MUSEU JOSÉ MALHOA - CALDAS DA RAINHA

 ESTAÇÕES DA VIA SACRA



TERRAS COMEÇADAS PELA LETRA L

 LAMEGO



POESIA

                O LANTERNA

            Quando no final

            Alumia duas vezes

            Como se tratasse de um sinal

            Para se evitar tantos revezes


            Quando so ela existe na escuridão

            A luz e esperança que é imensa

            Não se pode criar numa ilusão

            Pode ser só uma crença


            Na medonha escuridão

            Uma luz há de aparecer

            E não será só de visão

            Haverá muita coisa para ver


            A alegria de uma luz lá no fundo

            Nunca poderá ser esquecida

            Das coisas mais sagradas do mundo

            A lanterna é a mais merecida


            De lanterna na mão

            Uma coisa quis iluminar

            Pois é e era um coração

            De corpo e alma para amar

João Paiva            

Abril de 2026            

HOJE É DIA DE FESTA

FELIZ ANIVERSÁRIO


 

quarta-feira, 1 de abril de 2026

REFLEXOS


GARÇA BRANCA GRANDE

 

REFLEXOS

REPÚBLICA DOMINICANA - PUNTA CANA


 

REFLEXOS


REPÚBLICA DOMINICANA - PUNTA CANA

 

REFLEXOS

REPUBLICA DOMINICANA - PUNTA CANA


 

REFLEXOS

RÉPUBLICA DOMINICACA - PUNTA CANA


 

REFLEXOS

CATAONIA - PUNTA CANA 

 

REFLEXOS

GARÇA BRANCA GRANDE


 

REFLEXOS


CATALÓNIA - PUNTA CANA

 

FOTOGRAFIA

 MONSARAZ



FOTOGRAFIA

 MONSARAZ



COMEMORAR ABRIL

 Abril é o mês da primavera, o mês das flores, mas é também o mês em que voltámos a ter democracia e liberdade.

O blog recorda uma das canções que foi senha da revolução de 1974.


ZECA AFONSO - GRÂNDOLA, VILA MORENA


CLICAR NA IMAGEM ABAIXO PARA VER O VIDEO E OUVIR A MÚSICA.



terça-feira, 31 de março de 2026

TERRAS COMEÇADAS PELA LETRA S

MUSEU DIOCESANO DE SANTARÉM





ESCRITA NARRATIVA

REFLEXO

Teatro de operações militares, nas matas de Angola, durante a guerra subversiva.

O tenente Manuel João apresenta-se para receber os mapas da região em que se irão efetuar os trabalhos de vigilância e reconhecimento, que tem para seu destino os próximos dias.

- Ok tenente, aqui estão todos os elementos de que precisará, de modo a levar a bom termo a operação que vai comandar e boa sorte.

- Obrigado meu Major, desejo-lhe um bom dia de trabalho.

Feita a continência do acto e cada um foi aos seus afazeres. O tenente reune os seu homens, colocando-os ao corrente do que se irá passar e deseja boa sorte a todos.

Em plena mata e por caminhos desconhecidos, o grupo caminha audazmente em silêncio e de olhos bem abertos. Ouvem o chilrear da passarada, os grunhidos dos macacos e outros sons de animais corpulentos.

Eis se não, quando se ouve uma enorme explosão originada pelo rebentamento de uma mina. Confusão, muita poeira e muita gente a gritar pela mãe, muito sangue, muitas rajadas. Mas há dois ou três soldados que já não chamam pelas mães, já estão mortos. Um deles é o jovem comandante Manuel João.

Como seu adjunto, também ferido ligeiro do braço direito, consigo e expondo-me de corpo e alma ás balas, a ajudar os feridos, dando-lhes toda a assistência possível, e ter a maior atenção para com os mortos.

Com muita atenção para com os sobreviventes, que estão desesperados e com enorme tristeza, consigo apazigua-los com os diálogos possíveis e bem camuflados durante o tempo de espera que foi enorme, até que o pelotão de socorro chegasse até nós para nos socorrer.

Dizem que a sorte protege os audazes, mas não protegeu o tenente Manuel João, que morreu em combate a poucos dias de terminar a sua comissão militar em Angola.

João Paiva

Março de 2026

TERRAS COMEÇADAS PELA LETRA S

 IGREJA DE MARVILA

SANTARÉM







FOTOGRAFIA

 MONSARAZ






FOTOGRAFIA

 PARQUE DO SALDANHA MONTIJO



TERRAS COMEÇADAS PELA LETRA L

 JARDIM DE LISBOA



TERRAS COMEÇADAS PELA LETRA L

 RUA DE LISBOA



TERRAS COMEÇADAS PELA LETRA L

 FONTE NUM JARDIM DE LISBOA 



FOTOGRAFIA

 FENÔMENOS DA NATUREZA



TERRAS COMEÇADAS PELA LETRA L

 LISBOA



TERRAS COMEÇADAS PELA LETRA L

 LISBOA