segunda-feira, 16 de março de 2026

ESTEVA EM FLOR

 


AMARÍLIS

VERMELHO INTENSO


 

BUGANVÍLIA

CACHOS


 

ORQUIDEAS COR DE VINHO PROFUNDO

FLORES DO MEU JARDIM


 

TÃO MIMOSAS


VELUDO ROXO

 

BOUQUET


 

ASTROMÉLIA

 


REINO ANIMAL

 


TERRAS COMEÇADAS PELA LETRA S

 

SANTARÉM

TERRAS COMEÇADAS PELA LETRA S

 

SANTARÉM

TERRAS COMEÇADAS PELA LETRA S

 

SÉ CATEDRAL DE SANTARÉM

TERRAS COMEÇADAS PELA LETRA S

 

SÉ CATEDRAL DE SANTARÉM

TERRAS COMEÇADAS PELA LETRA S

 

SÉ CATEDRAL DE SANTARÉM

domingo, 15 de março de 2026

MANDALA ARCO IRIS

 


ESCRITA NARRATIVA

CERTO DIA

AS VELHICES DE UM AVÔ (6)

Pela tardinha estava sentado em cima do cabeço de bombordo do buke de carga "Baldrico", onde era jovem tripulante, quando este se encontrava aportado numa doca de Lisboa, ali para os lados do Poço do Bispo, esperando pela maré , que nos levasse de regresso ao Montijo, agora carregados de farinhas para alimentação dos porcos.

Tarde soalheira e cujas águas do rio, espelhavam com o por do sol. Em cima daquele mesmo cabeço tinha jantado um belo petisco, que a minha mãe tinha cuidado de arranjar, quando ía para viagem, que era composto pelos saborosos torresmos do Ti Carlos Ramos, assim como um naco de chouriço da mesma procedência e algumas maçãs, mas as riscadinhas de Palmela, que os homens do mar tanto gostavam.

Estava fazendo horas para regressar aos meus "aposentos" junto á quilha bem mesmo á proa do barco, onde estendia a minha enxerga de palha de milho e me tapava com um cobertor de papa ás riscas vermelhas, amarelas e verdes. Bordado á nossa embarcação, encontrava-se um batelão carregado de arroz a granel, o mesmo deveria ter montes de gorgulho, dado a forma como estava estivado, sem respeitar qualquer regra de higiene e limpeza.

De repente chegou ao cais um casal, que eu conheci logo o homem pois tratava- -se de um tripulante do batelão.

- Salta diz ele para a rapariga.

- Não salto, tenho medo.

- Mas salta.

- Não salto

De imediato o homem salta para o porão do batelão, mesmo para o meio do arroz, onde se enterrou sem deixar rasto.

Eu e a rapariga gritámos e vieram em nosso socorro vários tripulantes que após a minha explicação, colocaram pranchas de madeira por cima do arroz e freneticamente procuraram o homem soterrado. Tendo encontrado a cabeça, com muita dificuldade lá o puseram de fora do arroz, ele ainda respirava, depois com a ajuda de uma ligeira grua o içaram e o colocaram no convéns da proa do barco, mas vivo.

Quanto á rapariga nunca mais a vi, possivelmente já tinha recebido o que lhe era devido.

João Paiva

Março de 2026

POESIA

                BARCO NAUFRAGADO


            Os pescadores a nado, tentaram à terra chegar

            Envoltos em tão mar bravio, já não o podiam vencer

            Muito menos à terra, bendita, podiam alcançar

            O que infelizmente veio a acontecer


            Da campanha só um agarrado ao barco ficou

            E por ele já nada se podia fazer

            Mas com muita força às tàbuas se agarrou

            Desde o longo amanhecer até ao triste anoitecer


            No estado em que a alma desespera

            Onde nada se podia fazer, assim ali permaneceu

            E o mar a bater-lhe e ele com o sentido à espera

            Em volto na tempestade, algo de felicidade aconteceu


            Destroçado ele e a embarcação

            A tempestade perfeita não o largava

            E com força bruta, agarrava a sua devoção

            Pescador de barba dura, pensando que à terra voltava


            Nevoeiro, chuva, mas mar calmo viu uma gaivota

            Com os olhos que já não acreditava viu Nossa Senhora

            De certeza que era para o levar de volta

            E com a maior alegria, pensou, chegou a minha hora


            O que veio a acontecer

            Gaivota, é a nossa Senhora que nunca o deixou

            Desde as desgraçadas manhãs até ao anoitecer

            Toda a esperança ao naufrago dedicou.

João Paiva            

Março de 2026            

POESIA

                RIO DE ABRAÇO AMIGO

            Fui até ao rio passear

            Há muito que não tinha esse prazer

            Para junto das margens fui respirar

            E os carangueijos voltar a ver


            O ar que muito bem respirei

            É como se voltasse a sonhar

            Com a selvagem de tantos cheiros

            É tão henriquecedor de novo voltar


            Voltar era o que eu já devia ter feito

            E voltar a ver a enchente da ria

            La vem ela tranquila e a jeito

            E ao vermo por perto sorria


            Sorrindo perguntava o que estava a fazer

            Estou a ver-te encher com ansiedade

            E vem depressa com o encher

            Para me banhar com tanta ansiedade


            Com saudade quero depressa chegar

            Para junto da Ponte dos Vapores

            Com toda a alegria quero lembrar

            Os suspiros dos passados amores

João Paiva            

Março de 2026            

ESCRITA NARRATIVA

JOÃO TORRESMO

Para os que não sabem, o seu pai João Pedro Iça, foi um valoroso militar que foi o primeiro montijense a morrer em combate na guerra de 1914/1918 e por isso o seu nome ficou perpetuado numa rua da nossa cidade.

Ao regressar de um dia de pesca, encontrou junto aos muros do rio, um grupo de jovens dos dezassete/dezoito anos, que nadavam junto as embarcações.

- Gritou dizendo que o Manel-Zé, vai a nadar rio acima, que se recusou a embarcar no catraio e proferindo palavras desagradáveis, a maré esta a vazar e ele não vai ter força para regressar, ainda bem que os encontro aqui, por isso vão buscá-lo.

- Está bem tio João, você já não precisa do catraio, vamos aproveitar a vazante da maré e rapidamente chegaremos junto dele.

- Então tomem os remos, que são mais levezinhos e vão-se embora apressadamente.

Assim vai o grupo rio acima em direção á Base Aérea, onde se dá a junção do nosso rio com o Mar da Palha, local perigoso, dado a junção das correntes.

O Manel-Zé está distante do grupo aí umas duas a três milhas, muito tiveram que remar para o encontrar, aqui já o grupo estava preocupado por não o ter encontrado, mas não podiam esquecer que o catraio era de madeira e por isso muito pesado e como tal não podiam imprimir mais velocidade, mas tinham de o encontrar rapidamente.

Começam a perder as forças por tanto remar e os pensamentos de aflição que vinham á memória de alguns não eram nada agradáveis. pois que foi naquele local onde se encontravam, que o tio Manel morreu, não se sabendo o que aconteceu ao pescador, mas o barco foi encontrado á deriva.

Todos querem chegar ao Manel-Zé, bom nadador, muito jovem e que não sabe que um grupo de amigos o procuram, já passou muito tempo e o grupo começa a desanimar, sabendo que a maré está em preia-mar,pensam que o podem procurar com mais tranquilidade porque nesta altura não remavam contra a maré.

Finalmente chegam à fala com o Manel-Ze, que tranquilamente boiava aproveitando a enchente que o ajudava a regressar aos muros.

Quando trocaram palavras de desagrado, sobretudo pela aflição que viveram .

- O Manel-Zé, responde deixem-me em paz, não veêm que eu estou a nadar de regresso.

João Paiva

Março de 2026

O TEJO COM OS SEUS BARCOS E SUAS AVES

 


O TEJO COM OS SEUS BARCOS E SUAS AVES

 


O TEJO COM OS SEUS BARCOS E SUAS AVES

 


O TEJO COM OS SEUS BARCOS E SUAS AVES

 


O TEJO COM OS SEUS BARCOS E SUAS AVES

 


LUZ DIVINA

 MOSTEIRO DA BATALHA



sábado, 14 de março de 2026

RUA DO CARMO - LISBOA

 


RUA DO OURO - LISBOA

 

MONTRA DA PASTELARIA CASTRO

O TEJO COM OS SEUS BARCOS E SUAS AVES

 

ROLAS DO MAR

O TEJO COM OS SEUS BARCOS E SUAS AVES

 

FLAMINGO (Phoenicopteridae)

REINO ANIMAL

 

COMEÇO DE VIDA

REINO ANIMAL

 


INDECISÃO

 PARA ONDE IR?



sexta-feira, 13 de março de 2026

CAPADÓCIA - TURQUIA

Clicar na imagem para ver o vídeo de Lídia Ramalho


O passeio de balão na Capadócia, é uma experiência inesquecível que permite ver as impressionantes formações rochosas da região. 
Aconselho vivamente



 

KAMAKURA - JAPÃO

BUDA GIGANTE


 

G DE GRAFFITI - I DE IBRIZA - ESPANHA

CARICATURA DE SEU MADRUGA


 

CHICHICASTENANGO - GUATEMALA

MERCADO INDIGENA NAS ESCADARIAS 
DA IGREJA DE SANTO TOMÁS


 

CIDADE DE GUATEMALA

IGREJA YURRITA - GUATEMALA


 

ÓPERA DE PEQUIM - CHINA

CANTORA

 

G DE GRUTAS E DE GUILIN - CHINA


GRUTAS DA FLAUTA DE CANA

 

G DE GRUTAS E DE GUILIN - CHINA

GRUTAS DA FLAUTA DE CANA


 

CHICHICASTENANGO - GUATEMALA

O MERCADO


 

BARCELOS


OS GALOS

 

TEJO,O RIO,SEUS BARCOS E SUAS AVES

 

TEJO,O RIO,SEUS BARCOS E SUAS AVES



quinta-feira, 12 de março de 2026

MENINO CARECA

FLOR DA ROSA


 

BROTÉRIA - ASSOCIAÇÃO CULTURAL E CIENTÍFICA - LISBOA

 

DETALHE DA PAREDE DA SALA DOS COUROS

BROTÉRIA - ASSOCIAÇÃO CULTURAL E CIENTÍFICA - LISBOA

 

DETALHE DO TETO DE UMA DAS SALAS
DE ESTUDO

BROTÉRIA - ASSOCIAÇÃO CULTURAL E CIENTÍFICA - LISBOA

 

DETALHE DAS JANELAS

DOS APOSENTOS DOS JESUÍTAS RESIDENTES

BROTÉRIA - ASSOCIAÇÃO CULTURAL E CIENTÍFICA - LISBOA

 

DETALHE DA ESCADA DE ENTRADA

PALÁCIO DOS CONDES DE TOMAR

POESIA

                        NAUFRÁGIO


            E mais ou menos, quando

            O mar se altera e enfurece

            E há sempre um barco afundando

            Levando para o fundo quem padece

            

            O mar não quer amainar

            Há uma tripulação aflita

            Que tenta em aflição se salvar

            Mas há outra que apenas só grita

            

            O tripulante lá ficou agarrado

            Aquilo que tinha à mão

            Sentindo-se o maior desgraçado

            Agarrado à fotografia do irmão


            Aos Santinhos também pediu

            Sobretudo ao seu Santo Padroeiro

            E Ele lá conseguiu

            Enviar-lhe um fiel companheiro


            Não veio um, mas sim uma companheira

            Nas vestes de uma gaivota

            Surgindo naquela manhã milagreira

            Que o conseguiu trazer de volta

João Paiva            

Março de 2026            

POESIA

                    MAR

             Por essas rotas a diante

            Os olhos postos no infinito

            Quero ver a terra distante

            Sem navegar por instinto


            É como sentir o coração

            Que muito tem para nos dar

            E com muita preocupação

            Porque continua a trabalhar


            O mar por vezes nos engana

            Convidando-nos a navegar

            É como a simpática cigana

            Com o querer de nos enganar


            Marinheiro tens que ser afoito

            Com o mar não se pode brincar

            Agora estamos feitos num oito

            E ninguém que nos possa salvar


            Noutro dia subi a um farol

            Manhã com névoa de serrar

            Que nem consegui ver o sol

            Nem aquela imensidão de mar.

João Paiva            

Março de 2026            

PROGRAMADE FESTAS DE 1956

 

O TEJO COM OS SEUS BARCOS E SUAS AVES

 

ESCAROUPIM

 

ESCAROUPIM