domingo, 10 de maio de 2026

ANFITEATRO ROMANO - MÉRIDA

 


MÉRIDA

 GUIA DA VIAGEM AO CENTRO ARQUEOLÓGICO ROMANO 



ALCÁCER DO SAL

 BARRAGEM DE PEGO DO ALTAR EM TEMPO DE SECA (2017)



BARRAGENS

 BARRAGEM DO ALQUEVA





BARRAGENS

 BARRAGEM DO CABRIL



PALÁCIO DE CARVAJAL - CÁCERES - ESPANHA

 FIGUEIRA CENTENÁRIA



MOSTEIRO DE SANTA MARIA - GUADALUPE - ESPANHA

 


MÉRIDA - ANFITEATRO ROMANO


 

MÉRIDA - ANFITEATRO ROMANO



 


MÉRIDA - ANFITEATRO ROMANO

 


quinta-feira, 7 de maio de 2026

AMARELO

 










FOTOGRAFIA

LIMONES DI SORRENTO 




FOTOGRAFIA

 VENHA MAIS UM DIA



TERRAS COMEÇADAS PELA LETRA P

 O PICO A DUAS CORES



ESCRITA NARRATIVA

PÉS

Depois de ter lido uma notícia, vinda de Toronto- Canadá. Onde apareceram doze pés humanos, mas calçados, que deram à costa nas praias canadianas, mas todos pertencentes aos pés direitos, de onde nasceram várias interrogações.

Pés para que serves? Para andar e levar-nos para onde quiseres, as caminhadas que fazemos, os passeios os pontapés que damos na vida, uns marcaram golos outros marcaram tristezas, mas continuas a ser um elemento da maior importância e devíamos ter mais cuidado contigo o que não acontece.

Não posso esquecer, foste o nosso primeiro orgão a pisar a lua, assim como foste o primeiro a pisar as terras das nossas descobertas e por aí fora, nunca mais deixaste de andar.

Continuas a ser um orgão famoso, sobretudo para os profissionais da bola, que já deveriam ter pensado em ti com mais carinho, como já devia ter nascido uma grande estátua a lembrar que tu existe.

Pés que foram lavados nas maravilhosa manhãs de São Marçal, aqui na Quinta do Saldanha, sobretudo pelas jovens, ao som da charanga, por altura das Festas de São Pedro, ainda ali está o tanque.

Pés, devido à minha mãe trabalhar nas limpezas do Banco, foi possível eu entrar para lá trabalhar, mas deu-lhe grandes dores de cabeça até conseguir esse desejo.

E assim foi, com treze anos comecei a trabalhar no Banco com a categoria de groom ou paquete, mas com a obrigação de tirar o Quinto ano dos Liceus ou o Curso Comercial, até aos dezoito anos, o que consegui.

Para terminar tudo isto correu bem, mas estava guardado um grande problema, eu não usava sapatos, como tal não podia ir descalço para o Banco, por isso coube á minha mãe o sacrifício de me dar as suas botas, para proteger e não só, os meus pés e poder ir trabalhar.

Grande mãe a minha.

João Paiva

Maio de 2026

JÚLIA SILVA

 


ALICE FARIA

 


quarta-feira, 6 de maio de 2026

POESIA

     AMARELO (ALENTEJO)

            Quando fui para o Alentejo

            De amarelo o encontrei

            Grande foi o meu desejo

            Quando até aqui cheguei


            As ceifeiras muito ceifavam

            E as espigas eram amarelas

            O trabalho eram das foices

            Que estavam nas mãos delas


            Como não pode haver ceifa

            Sem entoar de uma canção

            Até pode não haver a cesta

            Mas de amarelo sai a paixão


            Trigo que vais para a eira

            Para seres bem debulhado

            Trazes contigo a canceira

            E de amarelo vais ser atado


            As searas a ondular

            De amarelo vestidas

            Parecem ondas do mar

            Em suas cores garridas

João Paiva            

Maio de 2026            

PÉS

 PÉS E PATAS



PÉS

 PÉZINHOS DOCES



POESIA

                    ERVAS

            Junto à terra nascem

            Ervas daninhas

            Junto á terra morrem

            Apenas ficam as raízinhas


            Ervas que são tão úteis

            Sem ti o homem não podia viver

            Pois é tu quem o sustenta

            E a quem lhe dás de comer


            De ti saem produtos

            Que muitas doenças curam

            Por isso o homem não te larga

            E de ti anda sempre à procura


            Relva macia como a neve

            Aquela em que me sentei

            Após longas léguas andadas

            Foi sobre ti que descansei


            Plantada sem trabalho

            Depois fica a tua semente

            E homem só a colhe

            Por isso canta alegremente


            Ai de ti quando nasces

            Junto a uma flor

            Logo tu és arrancada

            Sem por ti sentirem dor


            Quando já seca

            Vai para o palheiro

            Algum serviço ainda presta

            Nem que seja do forno do padeiro


            Sem que tu te rales

            Sobre ti pasta o gado

            Pois ele bem sabe

            Que é do teu agrado

João Paiva            

Maio de 2026            

FOTOGRAFIA

RECANTOS DO MONTIJO



AMARELO

PODIA SER OURO SOBRE AZUL