quinta-feira, 19 de março de 2026

FOTOGRAFIA

 ANCONA-ITÁLIA

"La ginestra, o il fiore del deserto"

Lírica de Giacomo Leopardi 1836



NATUREZA

 AÇORES SÃO MIGUEL



FOTOGRAFIA

 AÇORES SÃO MIGUEL



FLORES

 CAPUCINHAS



FLORES

 JARRO



ESPÁDICE DE JARRO OU COPO DE LEITE


 

LÍRIOS


 

ALLIUM


 

LÍRIO ASIÁTICO


 

GLADÍOLOS


 

DESABROCHAR


 

quarta-feira, 18 de março de 2026

TERRAS COMEÇADAS PELA LETRA M

 

MOURISCA - SETÚBAL

TERRAS COMEÇADAS PELA LETRA M

 

MOURISCA - SETÚBAL

TERRAS COMEÇADAS PELA LETRA A

 

PRAIA DE ALCOCHETE

FLORES

 


FLORES

 


FLORES

 


FLORES

 

CHORÕES FLORIDOS

FLORES

 


USM FLORIDA

FLORES

 

SUCULENTAS A FLORIR

FLORES

 

SUCULENTAS A FLORIR

FLORES

 

SUCULENTAS A FLORIR

FLORES

 

SUCULENTAS A FLORIR

ESCRITA NARRATIVA

SAMARRA

Tinha para aí uns 17/18 anos, quando fui junto da minha mãe e pedi-lhe:

- Mãe empreste-me a samarra do pai, está muito frio e tenho que sair com uns amigos.

- Estás a mentir, tu vais mas é , para a reunião clandestina, que se dá nos antigos armazéns, junto ao forno cal.

- Nada disso, mãe.

- Olha bem para o teu emprego, se fores apanhado como o primo Joaquim, tu perdes o emprego e depois como é?

- Nada disso, mãe, repito.

- Jura que não me mentes.

- Nada disso, mãe

Pois foi tudo isso, a reunião era relacionada com os problemas laborais das mulheres que trabalhavam nas fábricas onde se matava e preparavam as carnes dos porcos, que eram sacrificadas dentro das próprias fábricas, onde se fabricavam os chouriços e se enlatavam todos os produtos para alimentação.

Quando cheguei à reunião já ia a meio e o frio era muito, e pouco tinha ouvido dos mestres que vinham de Lisboa em defesa dos operários corticeiros e das operárias das fábricas dos porcos. Nesta altura entram de rompante, três ou quatro G.N.R, a cavalo que pretendiam prender os chefes do proletariado e mais alguns operários que por ali se encontravam e mais gente que estavam naquele local pela primeira vez.

Tinha muito respeito pelos conselhos da minha mãe, do meu pai tinha, poucos ou nenhuns porque com a vida que tinha na pesca, não estava voltado para esses problemas e também nada sabia e entendia esta nova linguagem, que eu fui aprendendo. Como empregado no Banco, sabia perfeitamente que se fosse apanhado pela guarda, ficava com o emprego em risco.

Pois, cheguei a casa sem a samarra, porque ao fugir da guarda, não me restou outra alternativa que não fosse a fuga a nado para o outro lado do rio, por isso lá se foi a samarra, pelo rio abaixo e nunca mais a vi, molhado e a tremer de frio cheguei a casa e quem conhece bem a região, sabe quantos quilómetros tive que percorrer, descalço alem de outras faltas, para não ser preso.

A minha mãe mais ralada, ficou do que eu, então prometi-lhe a não lá voltar .

João Paiva

Março de 2026

POESIA

                        CANOA

            Canoa que fazes aqui

            Estou a ver passar

            O rio que sempre vi

            E que me deixe navegar


            Ai parada para nada serves

            Vem comigo as redes lançar

            E como bem sabes

            Preciso de ti para pescar


            Pelo rio abaixo vou partir

            E preparar contigo a forma de pescar

            Porque gosto de te ver sorrir

            Porque muito peixe vamos apanhar


            Debaixo da tua coberta

            Onde se sofre de suores

            É bom deixares uma aberta

            Para suavizar os teus amores


            Agora é só as redes lançar

            E agarrar o que vier

            Sem lamúrias e não fraquejar

            E seja o que Deus quiser

João Paiva            

Março de 2026            

GLADÍOLO OU PALMA DE SANTA RITA


 

CARDOS


 

PAMPILHO BRANCO - GLEBIÓNIS - MALMEQUER


 

FRÉSIA


 

HIBISCO


 

SIMPLY RED

 


PETÚNIA HIBRÍDA


 

LÍRIO ASIÁTICO


 

GÉRBERAS


 

AEONIUM EM FLORAÇÃO


 

MESCLA DE FLORES


 

ORQUIDEA


 

AMARINE BELADIVA


 

MENINAS VÃO PARA A ESCOLA


 

AMARÍLIS


 

ORQUIDEAS


 

terça-feira, 17 de março de 2026

FLORES

 CRESTED STAPELIA LEPIDA



FLORES

 PRIMAVERA A CHEGAR



TRABALHOS MANUAIS

 


POESIA

                   PESCADORES

            Descalços era assim

            Que embarcavam

            Com bom mar ou ruím

            E sorridentes pescavam


            Com bom mar

            Era um paraíso

            Para melhor pescar

            Só precisavam de juízo


            As redes tinham que descer

            E para o fundo do mar

            Agora é só pensar no querer

            Do peixe que há para apanhar


            O arrais homem crente

            Dá largas ao seu saber

            Que tem pela frente

            Gente que não pode sofrer


            Aos muros estão a chegar

            As mulheres já repararam

            As canoas estão a entregar

            Aqueles que muito amaram

POESIA

                NAVEGANDO


            Como é bom navegar

            Sem terra para ver

            Dá-nos a possibilidade de sonhar

            E todo o tempo para viver


            Agora vejo um pássaro

            Vem docemente na amurada pousar

            Com muita alegria reparo

            Naquilo que estou a avistar


            Olhando para a água

            Vejo outro pássaro a voar

            E digo com alguma mágoa

            Ainda não vi um pássaro a nadar


            Nada mais tenho que fazer

            Se não ver pássaros a cirandar

            Mas vou ficar contente de ver

            Muitos peixes a voar


            Em todos os sentidos os vejo a nadar

            E a ficar muito contente

            Por aquele fenómeno encontrar

            E vê-los voar persistentemente

João Paiva            

Março 2026            

MAFRA

HOMENÁGEM


 Homenagem à Infantaria Portuguesa, representando soldados de diferentes épocas da história de Portugal.

MAFRA

CENTRO DE INTERPRETAÇÃO DO BARRO


 

NENÚFAR


 

FLORES

 GÉRBERA



FLORES

 GÉRBERA



FLORES

 HORTÊNSIA