quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

MUSEU DO ORIENTE

 

BARRIL DE SAQUÉ

JAPÃO ERA SHOWA (1926-1989)

MUSEU DO ORIENTE

 

HERÓI, GUERREIRO OU SAMURAI

JAPÃO ERA MEIJI (1868-1912)

DIA DE INVERNO

 


DIA DE INVERNO

 


DIA DE INVERNO

 


ESCRITA NARRATIVA

ERVA PARA COELHOS

Lembras-te Zé Manel, quando numa tarde passada na quinta do Tio Carlos, quando íamos 

ajudar a cuidar dos porcos ao final da tarde, coisa que fazíamos com todo o gosto e 

dedicação à família que também tanto nos ajudou. Este acontecimento foi passado, sei lá há 

quantos anos, talvez mais de setenta anos, somos unicos, como lá diz a canção.

A tarde já ía por aí a baixo, mas ainda tínhamos uma missão cumprir, que era 

levarmos ervas para os nossos coelhos e portanto tinhamos que procurar serralhae malvas, 

ervas de tanto apreço para os coelhinhos.

Para agradar à nossa mãe, ainda tínhamos a obrigação de cuidar das coelheiras,

mantendo-as muito limpinhas para que os mosquitos não estragassem o nosso trabalho, 

porque não podiamos permitir que a morrinha atacassem os coelhos, sem este trabalho, o 

risco era enorme para os animais, porque de outra forma lá teriamos que os abater.

Bem, a procura das ervas levou algum tempo, porque não encontramos a pretendida 

e depois de mais algumas brincadeiras no morro da areia branca. Esta areia era a preferida 

para as obras que se realizavam no nosso bairro e por isso também ajudávamos com gosto a 

carregar as carroças. Então é assim, depois de procurarmos a erva pretendida, e não a  

encontrando, resolvemos de uma assentada, ir ao campo do vizinho, neste caso era a Quinta

do Saldanha e aí fizemos uma boa colheita de erva tão viçosa para contento e

engorda dos nossos ricos coelhos.

Bem dispostos e com o dia quase passado e depoia da colheita bem atada e posta 

ao ombro, ala que se faz tarde, pois que temos que meter pernas a caminho em direção a 

casa, que dista dois ou três kilometros.

Ao passar em frente do portão principal da quinta, tinhamos á nossa espera o feitor 

da quinta, pessoa já nossa conhecida e que ao vermos passar alegremente com os molhos 

às costas, obrigou-nos perante um cajado bem corpolento a depositar alI mesmo e sem 

desculpas amaldiçoadas, ali ficou a seus pés dois bonitos e tristonhos molhos de

                                                        Ervas para Coelhos

TRABALHOS MANUAIS

 


PICÔ EFECTUADO NUMA TOALHA DE COZINHA

TRABALHOS MANUAIS

 

PANO DE TABULEIRO BORDADO A PONTO CRUZ

E COM PICÔ À VOLTA

PEÇA DE ARTE


TUDO SE TRANSFORMA


 

TRABALHO REALIZADO COM CORRENTES DE BICICLETA


NADA SE PERDE


 

MOINHOS DE LA MANCHA



MOINHOS DE VENTO


 

ALGARVE

NATUREZA


 

FÁTIMA

  A ESTÁTUA NO SANTUÁRIO


 

NATUREZA

MAR



NATUREZA

MAR



PEGO DO ALTAR

 


A BARRAGEM DE PEGO DO ALTAR, QUE ESTÁ A INUNDAR ALCÁCER DO SAL, NO VERÃO TINHA ESSE ASPETO.

ACRÍLICO SOBRE PAPEL

 


quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026

TRABALHOS MANUAIS


 CONJUNTO DE NAPERONS DE QUARTO, EM RENDA APLICADA EM LINHO

TRABALHOS MANUAIS

 


PANINHO EM RENDA APLICADA NO LINHO

POESIA

            DIA DE S. VALENTIM

            Aos netos que estão a namorar

            Vou ensinar-lhes o caminho

            Com muito amor para lhes dar

            E uma mão cheia de carinho


            Hoje já velho e tropego

            Há um caminho a prender

            Com muitos ou um só prego

            Aqui estou para ve-los vencer


            De namoros um pouco sei

            Porque também não aprendi

            Sei apenas que muito amei

            Esperar também muito sofri


            Doenças é o que eu não quero

            E que não sofram com as dores

            Porque quero mesmo ser sincero

            Dos seus verdadeiros amores


            Ao São Valentim pedi e recorri

            Aproveitando a bela ocasião

            Em novo muito gostei de ti

            Que muito alegraste o coração

João Paiva                        

Fevereiro 2026                        

TRABALHOS MANUAIS

 

PANINHO EM RENDA, FORRADO A VERMELHO, PARA O CESTO DO PÃO

MONTIJO

 ZONA RIBEIRINHA



À ESPERA DO VERÃO

 


HOJE É DIA DE FESTA


FELIZ ANIVERSÁRIO


 

terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

MEIOS DE TRANSPORTE

 PORSCHE 356




MEIOS DE TRANSPORTE

 PORSCHE 356 1964



SETÚBAL

 NÃO O DEIXEM FUGIR



MONTEMOR-O-NOVO

 CASTELO



MONTEMOR-O-NOVO

 CASTELO



MONTEMOR-O-NOVO

 SANTUÁRIO DE NOSSA SENHORA

DA VISITAÇÃO



MONTEMOR-O-NOVO

 SANTUÁRIO DE NOSSA SENHORA

DA VISITAÇÃO



MONTEMOR-O-NOVO

 SANTUÁRIO DE NOSSA SENHORA

DA VISITAÇÃO



AZULEJO

 IGREJA DE PINHAL NOVO



ADEGA MUSEU DA BACALHOA

 


MEIOS DE TRANSPORTE



MEIOS DE TRANSPORTE

 MG MGB GT 1971



REINO ANIMAL


OS BURRITOS


 

ESTENDDAL

MONSARÁS


 

B DE BRASÃO E B DE BARCELOS


PRETO E BRANCO


 

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026

POESIA

            ENCRUZILHADAS DA VIDA


            Das muitas que passei

            Uma sempre mais me espantava

            Apressado nem para ela olhei

            Pois foi, a que mais esperava


            E assim aconteceu

            Quando numa passagem normal

            O meu olhar estremeceu

            Pois claro, ali estava ela afinal


            Naquela encruzilhada mal passada

            Fiquei com determinada visão

            Dos caminhos por nós palmilhados

            Só me restou a solidão


            De Chamamento em chamamento

            Pus-me olhar para para o além

            Apenas mandava o meu pensamento

            Sem coragem para receber alguém


            Para que as ações ficassem bem guardadas

            Todas as frases sem valor foram rodilhadas

            Mesmo assim iriam ser pensadas

            Por fim, não quero mais encruzilhadas

João Paiva            

Fevereiro 2026            

POESIA

A Efemeridade da Vida

Reflexões em Verso


No breve traço da aurora que se apaga,

Ecoa o tempo, silencioso e veloz,

O instante dança, foge e logo traga

As ilusões que moram dentro de nós.


Somos poeira que o vento leva ao nada,

Folhas caídas no outono da estação,

Risos que brilham e, em noite calada,

Desaparecem pela mão da solidão.


A vida é chama que tremula e parte,

Relâmpago breve a rasgar o céu cinzento,

Sonho que nasce, cresce e logo reparte

O seu segredo ao sabor do vento.

Por isso, ama, vive e sente agora,

Abraça o efémero, o frágil, o momento,


Pois tudo passa, tudo se evapora

No ciclo eterno do grande firmamento.


Conceição Parreira

Fevereiro 2026

POESIA


Eremita

Vivo onde o silêncio aprende a falar.

As pedras me chamam pelo nome antigo,

e o vento, paciente, termina minhas frases.

Afastei-me do ruído para escutar o essencial:

o passo lento do tempo,

a respiração funda da terra,

o coração nu das coisas simples.

Não estou só —

a solidão é apenas um outro modo de companhia.

Nela, encontro mapas feitos de sombra e luz,

e sigo, sem pressa,

como quem já chegou.

Conceição Parreira

Fevereiro 2026

SURFANDO

 


ESTRELA

 


ARTE EM GELADO

 


ARTE EM GELADO

 

DIAS DE INVERNO

 


TEMAS E IMAGENS


 

DIAS DE INVERNO

 


TEMAS E IMAGENS

 


DIAS DE NVERNO

 


POESIA

            O PERDÃO COMO LIBERTAÇÃO

            A felicidade vem do perdão.

            A alma cura-se pelo vento

            A liberdade é a raiz da gratidão

            A esperança desse momento

            O eco de um passado sofrido

            Liberta-se sem julgamento

            O sentimento de ter vencido

            O rancor, a dor desse tormento

            A vida renova-se com verdade

            Vestida com roupa luminosa

            Neste poema de humildade

            Axioma da vida harmoniosa

            A paz de espírito com amizade

            A criação de uma alma virtuosa.

Bernardino Traquete 5-1-2026                

DE BARCELONA A AZEITÃO

 


DE BARCELONA A AZEITÃO

 


E DE ESTRADA EM DIA DE INVERNO


BARCELOS