terça-feira, 10 de março de 2026

HOMENAGEM A UMA MULHER

 


No mês em que se assinala o Dia Internacional da Mulher, faço aqui uma HOMENAGEM a uma grande mulher: a minha mãe.
Para isso , sem preparação, canto este fado em Karaoke: “ Mãe há só uma” de Fernando Farinha.

Clicar na imagem abaixo e LIGAR O SOM para ouvir o fado.




ANJOS NO TETO

 TETO DA IGREJA DO CASTELO MEDIEVAL DE MONTEMOR-O-NOVO



segunda-feira, 9 de março de 2026

CERÂMICA

 CASTELO MEDIEVAL DE MONTEMOR-O-NOVO



RIO TEJO

 

SALINAS DO SAMOUCO

RIO TEJO

 

FLAMINGOS NA FRENTE RIBEIRINHA DO MONTIJO

RIO TEJO

 

ESCAROUPIM

RIO TEJO

 

ESCAROUPIM

TERRAS COMEÇADAS PELA LETRA M

 

FLAMINGOS NA FRENTE RIBEIRINHA DO MONTIJO

TERRAS COMEÇADAS PELA LETRA M

 

CASTELO DE MONTEMOR-O-NOVO

POESIA

                     FRAGATA

            O arrais com ela, morreu

            Todo o vai e vem do rio

            Com alegria conheceu

            A morte chegou e feriu


            Todo o fardo que carregaste

            Nos teus largos porões

            Nunca por medo te arreliaste

            Mesmo com o mar de vagalhões


            O peso do carregamento

            Em tua consciência

            Nunca foi motivo de desalento

            Ou perda da tua paciência


            E agora ainda vais navegar

            Com a vela de cor garrida

            É bom ficares a pensar

            Na tua maré mais querida


            Agora ali estás encalhada

            Na vazante da maré

            Já se vê uma tábua encarquilhada

            E tu ali estás, altiva, sempre de pé

João Paiva            

Março de 2026            

NOVOS BARCOS ELÉTRICOS

 


MEDIDAS

MEDIDA DE CAPACIDADE DE LÍQUIDOS DE D. SEBASTIÃO - MONTEMOR-O-NOVO



CASTELO DE MONTEMOR-O-NOVO

 




COLHEREIROS DO TEJO

 


BARCOS DO TEJO

 VILA FRANCA DE XIRA



TEJO, O RIO, SEUS BARCOS E SUAS AVES

TEJO



TERRAS COMEÇADAS PELA LETRA M

 

TORRE DO CASTELO DE MONTEMOR-O-NOVO

TERRAS COMEÇADAS PELA LETRA M

 

CAPELA DO CASTELO DE MONTEMOR-O-NOVO

TEJO, O RIO, SEUS BARCOS E SUAS AVES

 TEJO



TERRAS COMEÇADAS PELA LETRA M

 

ACESSO AO CASTELO DE MONTEMOR-O-NOVO

TERRAS COMEÇADAS PELA LETRA M

 

EXTERIOR DO CASTELO DE MONTEMOR-O-NOVO

TERRAS COMEÇADAS PELA LETRA M

 

INTERIOR DO CASTELO DE MONTEMOR-O-NOVO

TERRAS COMEÇADAS PELA LETRA M

 

ENTRADA DO CASTELO DE MONTEMOR-O-NOVO

MÃE NATUREZA

 ARCO-ÌRIS



COISAS COMEÇADAS PELA LETRA C


CÃO DE MONTANHA BERNÊS

ESCRITA NARRATIVA

A PÁGINA FICOU TRISTE E ESCURA

E com com tristeza quando vou escrever um texto, que me assalta em contraste com a realidade, porque eu só quero escrever aquilo que me vai na alma, a bem ou a mal eu vou progredindo. Não importa onde quero chegar, pois que a finalidade não vai servir de amostra para ninguem.

A página que me atura, com a esferográfica em punho, tem que me dar o prazer de a ofuscar, quando tenho necessidade de a tirar cá para fora o mal que vai cá dentro.

Foi por ter descoberto um caderno muito antigo e com as folhas mais ou menos amarelas, que um dia de muita tristeza minha, me iniciou nesta maneira de escrever qualquer coisa e, como conheço duas dicas muito importantes que são:

NÃO PARES DE ESCREVER E NÃO TENHAS MEDO DE ERRAR

Estou preparado para iniciar num caderno cheio de folhas e acabar nele um qualquer conto que a partir de agora vou iniciar. O PENSAMENTO

Quero continuar a passar o tempo, como?

Passando para amanhã os pensamentos de hoje.


Há quem olhe para o mar e se perca no horizonte

Há quem olhe para a serra e se perca nas alturas

Há quem olhe para uma folha de papel e se perca no vazio


João Paiva

Março de 2026

domingo, 8 de março de 2026

ACTUAÇÃO DO GRUPO DANÇAS TRADICIONAIS

RECORDAÇÃO DA PARTICIPAÇÃO NO 43º ANIVERSÁRIO DO GRUPO CULTURAL DE VILA FRIA-OEIRAS



GRUPO DE DANÇAS TRADICIONAIS

 43ºANIVERSÁRIO DO GRUPO CULTURAL DE VILA FRIA-OEIRAS



GRUPO DE DANÇAS TRADICIONAIS

 

43ºANIVERSÁRIO DO GRUPO CULTURAL DE VILA FRIA-OEIRAS
ACTUAÇÃO





IGREJA DO HOSPITAL DOS CAPUCHOS - LISBOA


 

IGREJA DO HOSPITAL DOS CAPUCHOS - LISBOA

 


DIA INTERNACIONAL DA MULHER

 MULHERES



MÃE NATUREZA

 ARCO-ÍRIS



MULHER

 


BUDDHA EDEN

HUSHUAIA - ARGENTINA

LEÕES MARINHOS NO CANAL BEAGLE



 

EL CALAFATE - ARGENTINA


PINGUINS NO CANAL BEAGLE

 

HUSHUAIA - ARGENTINA


LEÕES MARINHOS NO CANAL BEAGLE


 

HUSHUAIA - ARGENTINA


FOCAS NO CANAL BEAGLE


 

HUSHUAIA - ARGENTINA


CORVOS MARINHOS IMPERIAIS 
NO CANAL BEAGLE


 

BUENOS AIRES - ARGENTINA

FACHADA DA CATEDRALDE SAN ISIDRO 



 

BUENOS AIRES - ARGENTINA


TETO DO CAFÉ TORTONI 
NAS GALERIAS PACÍFICO


 

sábado, 7 de março de 2026

MÃE NATUREZA

OLHA O ARCO-ÍRIS. FAZ UM PEDIDO!


 

JAPÃO

 FLORES LINDAS EM TODAS AS PORTAS



TERRAS COMEÇADAS PELA LETRA M

 

ERMIDA DE NOSSA SENHORA DA VISITAÇÃO
ESCADA DE ACESSO

MONTEMOR-O-NOVO

TERRAS COMEÇADAS PELA LETRA M

 

ERMIDA DE NOSSA SENHORA DA VISITAÇÃO
EXVOTOS

MONTEMOR-O-NOVO

TERRAS COMEÇADAS PELA LETRA M

 

ERMIDA DE NOSSA SENHORA DA VISITAÇÃO

MONTEMOR-O-NOVO

TERRAS COMEÇADAS PELA LETRA M


 ERMIDA DE NOSSA SENHORA DA VISITAÇÃO

MONTEMOR-O-NOVO

HOJE É DIA DE FESTA


FELIZ ANIVERSÁRIO


 

sexta-feira, 6 de março de 2026

POESIA

                                    E AGORA

            E a guerra

            Passamos por essa durissima realidade

            Era um facto consumado para a época

            Para matar, ferir e ultrajar a sociedade


            E as ausências

            Foram muito dolorosas de aceitar

            Possuidoras de muitas carências

            E poucas saudades para magoar


            E o passado

            Que tarda e tarda a ir embora

            Não quero, não quero sofrer

            Porque o meu coração chora


            E o Alentejo

            Alegrias, por terras desconhecidas

            Tudo quero fazer para te proteger

            Até à concretização das despedidas


            E o futuro

            O que virá a seguir, longe da guerra

            Muitos o muro tiveram que saltar

            Do lado de lá tudo se espera

            Porque a guerra não vai acabar

João Paiva                

Março de 2026                


ESCRITA NARRATIVA

HUMILDADE

A tia Augusta foi uma senhora que eu conheci, na qualidade de cozinheira de um restaurante que se chamava Primavera, que eu frequentava com regularidade.

Senhora já antiga, muito surda e outro tanto de simpática, nascida no Alentejo, mais propriamente numa localidade bastante conhecida que se chama Porto Covo. Terra que imortalizou uma cantiga do famoso Rui Veloso, dizem os forasteiros, mas não foi.

Aquela pequena e simpática aldeia piscatória, banhada pelo Oceano Atlântico e que algumas vezes foi vítima das descargas poluentes voluntárias ou não de algum petroleiro, cujo comandante se descuidou. Porém hoje é conhecida turisticamente pelo mundo inteiro.

Tantas palavras para quê? Perguntam vocês: Apenas para relatar um pequeno e alegre acontecimento.

Eu estava no escritório, que fica na rua da frente para o restaurante, quando a tia Augusta me veio chamar para atender um telefone.

Saí apressado juntamente com a Tia Augusta, para atender o telefone. Já no caminho perguntei-lhe:

- Tia Augusta como se chama a pessoa que me ligou?

Resposta da Tia Augusta, com aquele ar simples e humilde.

Nã sei senhor, eu desligui o tilefone

João Paiva

Março  de 2026

UMA ALDEIA NO JAPÃO

  ALDEIA ANCESTRAL E REMOTA NA REGIÃO DE KIOTO



NO MONTIJO

FESTA DOS 50 ANOS DO 
CINEMA TEATRO JOAQUIM D'ALMEIDA


 

ANGRA DO HEROISMO - ILHA TERCEIRA - AÇORES


PARECE?


 

MULHER DE VERMELHO

EM DIA DE FESTA


 

MONTEMOR-O-NOVO

 Clicar na imagem abaixo para ver o vídeo de 

Adriano Bastos

Ligar o som


UMA ALDEIA NO JAPÃO

 ALDEIA ANCESTRAL E REMOTA NA REGIÃO DE KIOTO