domingo, 15 de fevereiro de 2026

CARNAVAL DO MONTIJO 2020

 


CARNAVAL DO MONTIJO 2020

 


CARNAVAL DO MONTIJO 2020

 


COISAS COMEÇADAS PELA LETRA F

 


O FADO

ADELAIDE DA FACADA E AMÂNCIO

QUADRO DE JOSÉ MALHOA EM EXPOSIÇÃO NO MUSEU DO FADO, ESTE QUADRO É DE 1910, A VERSÃO DE 1909 PERTENCE A UMA COLECÇÃO PRIVADA

CARNAVAL

 


CARNAVAL

 


CARNAVAL

 


CARNAVAL

 


RELAX

 


TOMAR

 PONTE VELHA



sábado, 14 de fevereiro de 2026

ROSAS

 QUINTA DO SALDANHA



BARRAGEM DO ALQUEVA

 


COISAS COMEÇADAS PELA LETRA E

 ENTRUDO



DIA DOS NAMORADOS

 


ÉVORA

Clicar na imagem abaixo para ver o vídeo de Adriano Bastos
Ligar o som




ARRÁBIDA

ROCHA DA ANIXA


 

RELÍQUIA

 FORD MODELO A - 1928



POESIA

                        MAREAR

            Ao mar agreste fui parar

            E a terra tinha que vir

            Não era só para pensar

            Também tinha que sorrir


            O mar assim me deu

            O que as estrelas dão

            Naquela noite de breu

            Onde só se via o clarão


            Fugi do tormentoso mar

            Com muita atrapalhação

            Na aflição de naufragar

            Acabei com os pés no chão


            A desgraça pode vir do mar

            O meu avô João lá morreu

            Vou para sempre lembrar

            Nuvem que nunca esvaneceu


            Soltar cabos para largar

            Agora temos que partir

           Esperando que o mar

            Esteja disposto a sorrir

João Paiva            

Fevereiro 2026            

DIA DE INVERNO

 

DIA DE INVERNO

 


ESCRITA NARRATIVA

REDACÇÃO

Era pequeno tinha doze-treze anos, e como todas as crianças, só queria dormir, após o pôr do sol. Não havia televisão e a rádio era ouvida em casa do vizinho.

Trabalhava de dia e estudava à noite, era assim para quem não fosse filho de homem calçado. O meu pai era pescador, para vencer e conquistar melhores dias tinha que ser com muito sacrifício.

A minha professora de português ordenou-me que fizesse uma redacção, acerca de um acontecimento que viesse a suceder nesse dia mas, nada de anormal até aqui.

A eletricidade á minha casa ainda não tinha chegado. Havia o candeeiro a petróleo e, como detestava o cheiro mais ruim do Universo, o candeeiro era apagado logo que não fizesse falta. Assim, a minha avó chamava-me de madrugada, para fazer as minhas obrigações escolares, antes de partir para mais um dia de trabalho e, aproveitando o amanhecer do dia. Mas naquele dia a madrugada nasceu escura, pelo que a minha avó tivesse que acender o candeeiro a petróleo e, colocando-o em cima da mesa de cabeceira. me chamou, como só ela sabia acordar o neto, que ainda tão jovem já começaria a comer o pão que o Diabo amassou.

Esfreguei os olhos, puxei-me para cima, naquele belo colchão de barbas de milho, olhei para um velho relógio que marcava as seis horas e preparei-me para começar mais um dia de trabalho, que tinha mais horas de trabalho do que descanso.

Ah! A redacção que tem que ser feita agora, e, qual o acontecimento mais importante? Perguntei para mim.

Lá fora fazia frio e vento e eu pensando qual o título a dar redacção, esfregava os olhos ensonado, aconchegando para mim a roupa da cama, enquanto a minha avó já labutava contra as agruras da vida que sempre conheceu.

Finalmente começo:



REDACÇÃO

Hoje tive um dia completamente normal, nada de especial, nada que merecesse qualquer referência me tinha acontecido, como é que agora haveria de arranjar argumento para escrever. 

Estava eu nesta ansiedade por não encontrar motivo, quando uma voz vinda do quintal me anunciava que, para alem do frio, caía neve. Era a voz da minha avó dar-me a notícia.

Fiquei tão contente, tão cheio de vontade em fazer a descrição da queda de neve, que dei um salto de alegria na cama. Em tão mau momento o dei, que a  cama estremeceu, bateu na mesa de cabeceira e zás o petróleo no chão, vidro partido, quarto ás escuras e a aflição da minha avó quanto ao petróleo derramado e eu também arreliado por ter encontrado o motivo para a redacção e, não o ter concretizado.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

MUSEU DO ORIENTE

 

BARRIL DE SAQUÉ

JAPÃO ERA SHOWA (1926-1989)

MUSEU DO ORIENTE

 

HERÓI, GUERREIRO OU SAMURAI

JAPÃO ERA MEIJI (1868-1912)

DIA DE INVERNO

 


DIA DE INVERNO

 


DIA DE INVERNO

 


ESCRITA NARRATIVA

ERVA PARA COELHOS

Lembras-te Zé Manel, quando numa tarde passada na quinta do Tio Carlos, quando íamos ajudar a cuidar dos porcos ao final da tarde, coisa que fazíamos com todo o gosto e dedicação à família que também tanto nos ajudou. Este acontecimento foi passado, sei lá há quantos anos, talvez mais de setenta anos, somos únicos, como lá diz a canção.

A tarde já ía por aí a baixo, mas ainda tínhamos uma missão cumprir, que era levarmos ervas para os nossos coelhos e portanto tínhamos que procurar serralhas malvas, ervas de tanto apreço para os coelhinhos.

Para agradar à nossa mãe, ainda tínhamos a obrigação de cuidar das coelheiras, mantendo-as muito limpinhas para que os mosquitos não estragassem o nosso trabalho, porque não podíamos permitir que a morrinha atacassem os coelhos, sem este trabalho, o risco era enorme para os animais, porque de outra forma lá teríamos que os abater.

Bem, a procura das ervas levou algum tempo, porque não encontramos a pretendida e depois de mais algumas brincadeiras no morro da areia branca. Esta areia era a preferida para as obras que se realizavam no nosso bairro e por isso também ajudávamos com gosto a carregar as carroças. Então é assim, depois de procurarmos a erva pretendida, e não a encontrando, resolvemos de uma assentada, ir ao campo do vizinho, neste caso era a Quinta do Saldanha e aí fizemos uma boa colheita de erva tão viçosa para contento e engorda dos nossos ricos coelhos.

Bem dispostos e com o dia quase passado e depois da colheita bem atada e posta ao ombro, ala que se faz tarde, pois que temos que meter pernas a caminho em direção a casa, que dista dois ou três quilómetros.

Ao passar em frente do portão principal da quinta, tínhamos á nossa espera o feitor da quinta, pessoa já nossa conhecida e que ao vermos passar alegremente com os molhos às costas, obrigou-nos perante um cajado bem corpulento a depositar ali mesmo e sem desculpas amaldiçoadas, ali ficou a seus pés dois bonitos e tristonhos molhos de

                                                                  Ervas para Coelhos


TRABALHOS MANUAIS

 


PICÔ EFECTUADO NUMA TOALHA DE COZINHA

TRABALHOS MANUAIS

 

PANO DE TABULEIRO BORDADO A PONTO CRUZ

E COM PICÔ À VOLTA

PEÇA DE ARTE


TUDO SE TRANSFORMA


 

TRABALHO REALIZADO COM CORRENTES DE BICICLETA


NADA SE PERDE


 

MOINHOS DE LA MANCHA



MOINHOS DE VENTO


 

ALGARVE

NATUREZA


 

FÁTIMA

  A ESTÁTUA NO SANTUÁRIO


 

NATUREZA

MAR



NATUREZA

MAR



PEGO DO ALTAR

 


A BARRAGEM DE PEGO DO ALTAR, QUE ESTÁ A INUNDAR ALCÁCER DO SAL, NO VERÃO TINHA ESSE ASPETO.

ACRÍLICO SOBRE PAPEL

 


quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026

TRABALHOS MANUAIS


 CONJUNTO DE NAPERONS DE QUARTO, EM RENDA APLICADA EM LINHO

TRABALHOS MANUAIS

 


PANINHO EM RENDA APLICADA NO LINHO

POESIA

            DIA DE S. VALENTIM

            Aos netos que estão a namorar

            Vou ensinar-lhes o caminho

            Com muito amor para lhes dar

            E uma mão cheia de carinho


            Hoje já velho e tropego

            Há um caminho a prender

            Com muitos ou um só prego

            Aqui estou para ve-los vencer


            De namoros um pouco sei

            Porque também não aprendi

            Sei apenas que muito amei

            Esperar também muito sofri


            Doenças é o que eu não quero

            E que não sofram com as dores

            Porque quero mesmo ser sincero

            Dos seus verdadeiros amores


            Ao São Valentim pedi e recorri

            Aproveitando a bela ocasião

            Em novo muito gostei de ti

            Que muito alegraste o coração

João Paiva                        

Fevereiro 2026                        

TRABALHOS MANUAIS

 

PANINHO EM RENDA, FORRADO A VERMELHO, PARA O CESTO DO PÃO

MONTIJO

 ZONA RIBEIRINHA



À ESPERA DO VERÃO

 


HOJE É DIA DE FESTA


FELIZ ANIVERSÁRIO