O LANTERNA
Quando no final
Alumia duas vezes
Como se tratasse de um sinal
Para se evitar tantos revezes
Quando so ela existe na escuridão
A luz e esperança que é imensa
Não se pode criar numa ilusão
Pode ser só uma crença
Na medonha escuridão
Uma luz há de aparecer
E não será só de visão
Haverá muita coisa para ver
A alegria de uma luz lá no fundo
Nunca poderá ser esquecida
Das coisas mais sagradas do mundo
A lanterna é a mais merecida
De lanterna na mão
Uma coisa quis iluminar
Pois é e era um coração
De corpo e alma para amar
João Paiva
Abril de 2026
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