segunda-feira, 29 de dezembro de 2025

MUSEU NACIONAL DE ARTE ANTIGA

PRESÉPIO




As 350 figuras do maior dos presépios do Museu Nacional de Arte Antiga já recuperaram o seu fulgor

“Acrescentar” é palavra-chave quando se fala deste presépio encomendado a Barros Laborão por José Joaquim de Castro – empresário que fez fortuna com a comercialização da chamada “Água de Inglaterra”, um “antepassado da água tónica” usado sobretudo no tratamento da malária – e comprado em 1937 para o MNAA pelo seu primeiro director, José de Figueiredo, a um descendente do Marquês de Pombal.




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