DORES
As dores da vida
Quem as não conhece
Aparecem indefinidas
E aí que a dor aquece
Há várias dores terríveis
E também há mais leves
Vão por aí a todos níveis
E esperança de seres breves
Quando a dor é terrível
Pode bem ser de cabeça
Qualquer mesinha possível
Para que a dor desapareça
Dores há, também correm mal
Há as dores da emoção
Que têm tanto de real
Como o peito tem o coração
E há aquela de má sorte
Como que um navio a naufragar
Quando encontra um maremoto
E não há nada que a possa salvar
João Paiva
Fevereiro 2026
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