E AGORA
E a guerra
Passamos por essa durissima realidade
Era um facto consumado para a época
Para matar, ferir e ultrajar a sociedade
E as ausências
Foram muito dolorosas de aceitar
Possuidoras de muitas carências
E poucas saudades para magoar
E o passado
Que tarda e tarda a ir embora
Não quero, não quero sofrer
Porque o meu coração chora
E o Alentejo
Alegrias, por terras desconhecidas
Tudo quero fazer para te proteger
Até à concretização das despedidas
E o futuro
O que virá a seguir, longe da guerra
Muitos o muro tiveram que saltar
Do lado de lá tudo se espera
Porque a guerra não vai acabar
João Paiva
Março de 2026
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