segunda-feira, 2 de novembro de 2026

POESIA

MAR 2

 

Mar mar mar e mar

Grande e profundo

Sem fim sem fundo

Como o verbo amar

 

Afogas muita gente

Muito barco se destroi

Algumas dores te doi

À mais pequena sentes

 

Peixes vivem contentes

Porque bem te dão viver

Também podem morrer

Mas sempre sorridentes

 

Quando ao mar me deitei

Um banho quis e fui tomar

Já ía para o fundo do mar

E porque lá me descuidei

 

Estava com muita atenção

E tão bem para ele olhava

Ele querendo bem pegava

Não ligando minha paixão 

João Paiva

Outubro de 2026 

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